VocÊ sabe o que é ser acordado às seis da manhã em pleno sábado? Pois é, aconteceu comigo, já que a minha amada mãe achou que eu estava dormindo demais. Tudo bem que sexta dormi seis da tarde, ams e daí?
Enfim, sexta fui na estréia de Velozes e Furiosos 4, bom filme para quem curte o estilo, particulamente foi o melhor da série, mas claro, é só a minha opinião. Mas não é desse filme que eu quero falar. O que importa é que, assim que cheguei do cinema, (tipo, escola, sair da escola, ir pro cinema) deitei na cama e dormi durante as benditas doze horas seguidas, até que minha mãe me acorodu. Entediado, olhei a revista da Net. Uma maratona só dos filmes do Rocky.
Entre 06h30 até 12h00, fui ao shopping, comprei camiseta, bermuda, boné, almocei na casa da minha avó e voltei a tempo de pegar o primeiro filme.
Sinceramente, gostei pra caralho. Véi, Rocky é Rocky, muito foda. O cara tava na merda então de repente vai ao auge na luta contra o Apollo, que é outro loucão. Mostra bem como devemos reagir diante as porradas da vida, saber a hora de esquivar daquele golpe e a hora de encará-lo. Talvez esta seja a verdadeira filosofia dos filmes. E o final é bem legal, com o empate. O foda é que o Apollo leva por pontos.
Na revanche, do segundo filme, puta merda, que filme! O Rocky volta à merda, então quando recebe uma segunda chance. E aproveita, para mim, foi um dos melhores filmes. O final foi bom, mas um pouco previsível. Se ele não ganhasse aí seria muita merda.
Terceiro filme foi bom, não o melhor, mas muito bom. O Rocky está no auge da sua carreira, rico, feliz e (como no segundo) querendo se aposentar. Mas aê aparece um rival que realmente está num nível que Mickey (o treinador véio-fodão) evitava sempre. Perde uma luta, o véio morre e Rocky começa a treinar com Apollo, então recupera o "olhar de tigre", a fome pela vitória e o verdadeiro estilo de um pugilista, vence e recupera o título.
Quarto filme não foi tão bom assim. Digo, no meio da guerra fria, críticas à União Soviética e colocaras os EUA como se fossem uma nação heróica e a merda toda. Apollo mereceu morrer por subestimar o Ivan Drago daquela maneira. Rocky venceu no final, óbvio.
Assim como no segundo e no terceiro filme, Rocky anuncia que vai se aposentar, e,para a supresa geral, realmente se aposenta. O filme não é de todo ruim, Paulie faz merda e o Rocky fica pobre, voltando às origens. É legal, ele começa atreinar um garoto chamado Tommy Gunn. O garoto tem talento, com amuda de Rocky logo começa a subir na carreira. Acaba substituindo o filho de Balboa, mas no final, o Garnahão Italiano cai na real. A luta no fim é interessante, porrada.
Duro de Matar, Indiana Jones, Rambo, um bocado de vovôs fodões voltando às telonas, óbvio que Rocky não ficaria de fora. Em seu sexto filme, ele tá velho e agora dono de um restaurante. É um verdadeiro exemplo de superação, também mostra com o esporte tá uma merda hoje. O campeão é um boyzinho de merda, então fica puto quando todo mundo diz que ele apanharia do Rocky se fossem na mesma época. Rocky volta a lutar, tem a luta e o boyzinho vence por pontos no final. Um bom filme.
Bem, não é açgo que coloque respeito, ams foram doze horas seguidas de Rock Balboa, tinha que postar algo sobre isso.
Abraços.
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domingo, 5 de abril de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
Watchmen - O Filme

Bem, caros leitores, cá estou eu novamente a dar uma de crítico de cinema...
Simplismente o filme que eu mais espero desde The Dark Knight. Claro, Nolan não seria capaz de fazer metade do que Snyder fez. Snyder, para quem não sabe, foi o mesmo diretor de 300, talvez por isso eu já esperava uma grande produção, pois, na minha opinião, a HQ de Miller ficou bem melhor nas telonas, mantendo a história, porém, colocando mais humanidade nos personagens.
Ainda estou de calça jeans, tênis e com a farda do colégio. São 17h54 e minha aula acabou às 12h00, e assim que terminou almocei no Bob's e fui ao cinema. 183 minutos de projeção que não me arrependo, os seis reais de meia entrada com carteirinha de estudante (apesar da censura ser para maiores de dezoito anos) mais bem gastos da minha vida!
Apesar de mudar uma coisinha aqui e outra acolá, por ser impossível adaptar tudo, Snyder deixou o filme perfeito, assim como a HQ de Allan Moore também é. Na minha opinião, o filme é magnífico, mas em termos de adaptação ainda prefiro o trabaçho de Rodriguez em Sin City, apesar das obras serem realmente diferentes.
A HQ é uma sátira aos super-heróis. No filme também pode-se encontrar algumas sátiras assim. Você provavelmente já assistiu ao desastroso filme Batman & Robin, com George Clooney. Pois bem, lembra-se dos mamilos que o filha da puta cretino corintiano diretor Joel Schumacher colocou na roupa do morcegão? Pois bem, tais mamilos também se encontram na roupa de borracha do nosso "super-homem de Nietzsche", o Ozymandias.
De uma das pequenas coisas que mudou, ainda estou com certa dificuldade de fechar a boca, o queixo realmente está caído da visão de uma luta do filme: o Comediante contra seu assassino. A melhor de todo o filme, na minha opinião. Aliás, ainda na minha opinião, Edward Blake é o melhor personagem de toda a história, o cara realmente é foda.
E falando de foda, não podemos falar de Watchmen sem lembrar do nosso "miguxénho" Rorschach, o cara mais amigável, sociável e sensível da história dos quadrinhos. Vê-lo nas telonas realmente foi uma coisa de louco, a máscara mutante e a voz... puta merda, sei nem se vou dormir direito hoje.
Ah, claro, também tem o Dr. Manhattan, outra figura incrível. O Coruja então nem se fala! Ah, claro, também tem a gostosíssimas... digo, belíssima Espectral.
Enfim, o filme é para maiores de idade, porém, até eu cosegui entrar. E Snyder realmente sacrificou alguns milhões de dólares justamente por causa dessa censura, tudo para deixar a obra mais próxima dos quadrinhos.
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quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Vicky Cristina Barcelona
Acabo de voltar do cinema e me deu uma vontade tremenda de dar uma de crítico. Sou o amante desta arte, amante de bons filmes e recém-comecei a fazer uma coleção de DVDs. Enfim, o filme realmente é bom. Peco e confesso: não sei porra nenhuma dos filmes de Woody Allen. Mas, aqui vai...
Escrito e dirigido por Woody Allen, o filme vem com toda a sensualidade, todo o romance de Barcelona sem mostrar vulgaridade. Os cenários, a fotografia, tudo em ótima sincronia com a história. O enredo é simples, duas turistas americanas que acabam conhecendo um charmoso pintor. Mostrando diversos pontos de vista sobre paixão e amor, o filme tem personagens complexos e, ao mesmo tempo, comuns.
Diálogos inteligentes, o filme não é mais um romance barato feito para adolescentes sem cultura. Closer (com Julia Roberts e Natalie Portman) aborda o assunto de uma maneira diferente, porém, bem mais vulgar. Enquanto Closer mostra certa vulgaridade presente na sociedade, Vick Cristina Barcelona mostra tudo numa maneira mas artística e menos possessiva quanto ao corpo de outra pessoa (ou seja, a putaria rola solta num tom sensual, mas longe do vulgar). O diálogo de Closer é adulto, mas comum demais, porém, surpreendente: em situações, pessoas realmente falam o que sentem de maneira sexual. Na obra de Allen, sexo era uma mera conseqüencia da atração.
Escrito e dirigido por Woody Allen, o filme vem com toda a sensualidade, todo o romance de Barcelona sem mostrar vulgaridade. Os cenários, a fotografia, tudo em ótima sincronia com a história. O enredo é simples, duas turistas americanas que acabam conhecendo um charmoso pintor. Mostrando diversos pontos de vista sobre paixão e amor, o filme tem personagens complexos e, ao mesmo tempo, comuns.
Diálogos inteligentes, o filme não é mais um romance barato feito para adolescentes sem cultura. Closer (com Julia Roberts e Natalie Portman) aborda o assunto de uma maneira diferente, porém, bem mais vulgar. Enquanto Closer mostra certa vulgaridade presente na sociedade, Vick Cristina Barcelona mostra tudo numa maneira mas artística e menos possessiva quanto ao corpo de outra pessoa (ou seja, a putaria rola solta num tom sensual, mas longe do vulgar). O diálogo de Closer é adulto, mas comum demais, porém, surpreendente: em situações, pessoas realmente falam o que sentem de maneira sexual. Na obra de Allen, sexo era uma mera conseqüencia da atração.
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