Hoje tenho 16 anos, estou velho demais para aprender a andar de Skate ou tocar piano e ser realmente bom nisso.
Hoje é sábado e é tarde para que eu estude e tire um 10 na prova de segunda.
Hoje temos a raça humana se destruindo e é tarde demais para uma salvação milagrosa.
Infelizmente não estamos jogando video-game, não podemos voltar para ontem e mudar o amanhã.
Tudo bem eu não saber andar de skate pois sou bom em outras coisas.
Tudo bem eu ficar de recuperação no final do ano porque vou fazer de tudo para não reprovar.
Tudo bem a espécie humana ser destruída pois a Terra vai continuar aqui e as baratas sobrevivem à radioatividade.
A única coisa da qual eu não gosto é da idéia de saber que vou morrer. Não sei quando, como ou onde. Sei que quero amar, abraçar, beijar, beber, brincar, transar, festejar a minha vida, pois posso morrer a qualquer momento. E prefiro morrer numa festa do que numa biblioteca. O futuro certo é a morte, então que se foda.
Pobre, rico, preto, branco, azul, amarelo, todo mundo morre. Essa é a triste condição humana. Mas já dizia a música: "Sei que vou morrer, não sei o dia, levarei saudades da Maria. Sei que vou morrer, não sei a hora, levarei saudades da Aurora. Quero morrer numa batocada de bamba, na cadência bonita do samba".
Aproveite o dia, de noite você pode não estar vivo.
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sábado, 9 de maio de 2009
terça-feira, 7 de abril de 2009
Coisas que realmente me deixam puto.
Sabe mastigar bola de papel alumínio? Porra, é horrível, dá uma gastura da porra. Arranhar parede de cimento também é uma coisa que detesto, não amo a sensação de coisas na minha unha.
Mas o que realmente me deixa puto, puto mesmo, é outra coisa. Um nordestino que teve uma vida humilde, deu duro estudando em escola pública, com maior dificuldade consegue entrar numa boa universodade, se forma, faz mestrado, doutourado, um verdadeiro gênio em matemática. Pós-doutourado no exterior e o escambau. Até aí tudo bem, admiro o cara.
Então vem um vietnamita de merda, mata o pobre brasileiro com um futuro promissor, mais 12 pessoas e depois comete suicídio. Isso sim é que me deixa realmente puto.
Mas o que realmente me deixa puto, puto mesmo, é outra coisa. Um nordestino que teve uma vida humilde, deu duro estudando em escola pública, com maior dificuldade consegue entrar numa boa universodade, se forma, faz mestrado, doutourado, um verdadeiro gênio em matemática. Pós-doutourado no exterior e o escambau. Até aí tudo bem, admiro o cara.
Então vem um vietnamita de merda, mata o pobre brasileiro com um futuro promissor, mais 12 pessoas e depois comete suicídio. Isso sim é que me deixa realmente puto.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Indignação.
"Você é evangélico?"
"Não."
"Católico?"
"Não."
"Qual sua religião, então?"
"Sou ateu..."
"O QUÊ!? COMO ASSIM!? VOCÊ É O DEMÔÔÔÔÔÔNIO!!!"
Certa vez uma garota evangélica me contou uma história. Era uma vez uma família, era dezembro e todos viajariam de carro. Colocavam tudo no carro às pressas, quando a empregada falou: "Vão com Deus", a mãe da família, brincalhona, responde "Só se ele for no porta-malas, porque aqui tá lotado." Então, durante a viagem, um acidente, todos morrem, porém, uma caixa de ovos que estava justamente no porta-malas estava intacta.
Minha resposta? Argumentei coisas bem simples, se isso ocorreu quer dizer que Deus assassinou uma família só por ter dito aquilo? Condenou vida inocentes e salvou uma caixa de ovos? Ela ficou sem resposta e voltamos a assistir a aula.
Quando digo que sou ateu algumas pessoas ficam surpresas. Mas, sério, eu é que me surpreendo muitas vezes em saber que, mesmo com todo o conhecimento filosófico de hoje, há pessoas que acreditam em deuses. Isso é realmente estranho, acredite.
O que você pensaria de um homem adulto acreditando que Papai Noel vai deixar seu presente debaixo da cama? VocÊ estranharia, diria que Papai Noel não existe, a pessoa se revoltaria e você ficaria com raiva. Mesma coisa comigo, muitos tentaram me converter, mas porra, eu tento converter alguém a acreditar em Papai Noel?
A questão é: por que há pessoas que acreditam em Deus?
Se você acredita, provavelmente seus pais acreditam, se seus pais acreditam, seus avós também, e assim vai. Poucas pessoas duvidam da palavra de pai e mãe, é uma questão cultural.
"Não foi Deus que crieou o mundo."
"Foi sim."
"Não, foi uma grande explosão chamada Big Bang."
"Como cê sabe? Tava ká pra ver?"
"Você tava lá quando 'Deus' criou o mundo pra saber?"
É através da alienação que se pode controlar o povo. E a maior alienação que existe é justamente a crença em deuses, homens invisíveis que ficam no céu olhando tudo o que você faz.
"Não."
"Católico?"
"Não."
"Qual sua religião, então?"
"Sou ateu..."
"O QUÊ!? COMO ASSIM!? VOCÊ É O DEMÔÔÔÔÔÔNIO!!!"
Certa vez uma garota evangélica me contou uma história. Era uma vez uma família, era dezembro e todos viajariam de carro. Colocavam tudo no carro às pressas, quando a empregada falou: "Vão com Deus", a mãe da família, brincalhona, responde "Só se ele for no porta-malas, porque aqui tá lotado." Então, durante a viagem, um acidente, todos morrem, porém, uma caixa de ovos que estava justamente no porta-malas estava intacta.
Minha resposta? Argumentei coisas bem simples, se isso ocorreu quer dizer que Deus assassinou uma família só por ter dito aquilo? Condenou vida inocentes e salvou uma caixa de ovos? Ela ficou sem resposta e voltamos a assistir a aula.
Quando digo que sou ateu algumas pessoas ficam surpresas. Mas, sério, eu é que me surpreendo muitas vezes em saber que, mesmo com todo o conhecimento filosófico de hoje, há pessoas que acreditam em deuses. Isso é realmente estranho, acredite.
O que você pensaria de um homem adulto acreditando que Papai Noel vai deixar seu presente debaixo da cama? VocÊ estranharia, diria que Papai Noel não existe, a pessoa se revoltaria e você ficaria com raiva. Mesma coisa comigo, muitos tentaram me converter, mas porra, eu tento converter alguém a acreditar em Papai Noel?
A questão é: por que há pessoas que acreditam em Deus?
Se você acredita, provavelmente seus pais acreditam, se seus pais acreditam, seus avós também, e assim vai. Poucas pessoas duvidam da palavra de pai e mãe, é uma questão cultural.
"Não foi Deus que crieou o mundo."
"Foi sim."
"Não, foi uma grande explosão chamada Big Bang."
"Como cê sabe? Tava ká pra ver?"
"Você tava lá quando 'Deus' criou o mundo pra saber?"
É através da alienação que se pode controlar o povo. E a maior alienação que existe é justamente a crença em deuses, homens invisíveis que ficam no céu olhando tudo o que você faz.
sábado, 28 de março de 2009
Apenas um gosto ruim na garganta.
É incrível o quanto as pessoas viram santas após se casarem. Até parece que nunca fizeram nada de errado na juventude, só começaram a beber após os 18, nunca pescaram numa prova nem porra nenhuma.
Mas pelo menos tem gente que assume o que fez. Certa vez perguntei para a irmã mais velha da minha mãe com quantos anos ela tinha começado a fumar. Sua resposta foi bem simples: "Com 15, e já experimentei maconha e nunca trepei com mulher, quê mais cê quer saber?". Minha mãe morre e nunca vai me dizer com quantos anos começou a fumar, e diz que sempre foi careta e que nunca fumou maconha... Bem, segundo meu irmão, que tem quase 30 anos, disse que quando jovem estava com uns amigos e a minha mãe deu três tragadas e ficou doidona. É, ainda bem que ela não lê esse blog.
Minha madrinha falou que começou a fumar com 12, mas só acendendo os cigarros do meu pai, que deve ter começado com 14 pelas contas da minha madrinha. Aliás, ela disse que experimentou maconha e não gostou da sensação, disse que a boca dela parecia cheia de dentes, e que já cheirou, mas que era uma sensação horrível.
Bem, então eu tinha que provar algo, enfim. Certo dia eu estava preparando macarrão instantâneo e resolvi cheirar o pó do tempero, a porra subiu pro meu olho e passei um bom tempo tentando assoar. Minha poutra experiência foi com bebida, mas enfim, pelo menos não é tão pesada quanto o tempero de miojo. Uma cervejinha sempre é boa de vez em quando.
Agora experimentei cigarro. Ontem à noite, pra falar a verdade. Roubei um da minha mãe enquanto ela dormia, fui para o meu quarto, tranquei a porta, fui para o banheiro e e tranquei a porta dali, Deus me livre que a minha mãe sonhasse que eu estava fazendo aquilo. Enfim, gastei três fósforos para acender aquela porra, puta merda, ficou um fumaceiro de cigarro da porra, me sentia sufocado ali dentro. Traguei uma vez e não senti porra nenhuma. Levantei, fiquei na frente do espelho, dei outra tragada e vi a fumaça sair pelas minhas narinas. Joguei na privada e deu descarga. A única coisa que senti foi um gosto ruim, amargo na garganta. Não sei como as pessoas morrem por essa sensação.
Mas pelo menos tem gente que assume o que fez. Certa vez perguntei para a irmã mais velha da minha mãe com quantos anos ela tinha começado a fumar. Sua resposta foi bem simples: "Com 15, e já experimentei maconha e nunca trepei com mulher, quê mais cê quer saber?". Minha mãe morre e nunca vai me dizer com quantos anos começou a fumar, e diz que sempre foi careta e que nunca fumou maconha... Bem, segundo meu irmão, que tem quase 30 anos, disse que quando jovem estava com uns amigos e a minha mãe deu três tragadas e ficou doidona. É, ainda bem que ela não lê esse blog.
Minha madrinha falou que começou a fumar com 12, mas só acendendo os cigarros do meu pai, que deve ter começado com 14 pelas contas da minha madrinha. Aliás, ela disse que experimentou maconha e não gostou da sensação, disse que a boca dela parecia cheia de dentes, e que já cheirou, mas que era uma sensação horrível.
Bem, então eu tinha que provar algo, enfim. Certo dia eu estava preparando macarrão instantâneo e resolvi cheirar o pó do tempero, a porra subiu pro meu olho e passei um bom tempo tentando assoar. Minha poutra experiência foi com bebida, mas enfim, pelo menos não é tão pesada quanto o tempero de miojo. Uma cervejinha sempre é boa de vez em quando.
Agora experimentei cigarro. Ontem à noite, pra falar a verdade. Roubei um da minha mãe enquanto ela dormia, fui para o meu quarto, tranquei a porta, fui para o banheiro e e tranquei a porta dali, Deus me livre que a minha mãe sonhasse que eu estava fazendo aquilo. Enfim, gastei três fósforos para acender aquela porra, puta merda, ficou um fumaceiro de cigarro da porra, me sentia sufocado ali dentro. Traguei uma vez e não senti porra nenhuma. Levantei, fiquei na frente do espelho, dei outra tragada e vi a fumaça sair pelas minhas narinas. Joguei na privada e deu descarga. A única coisa que senti foi um gosto ruim, amargo na garganta. Não sei como as pessoas morrem por essa sensação.
segunda-feira, 23 de março de 2009
O fiel.
Uma noite de domingo numa igreja. Não importa se é católia, evangélica ou qualquer outra. O importante é que várias pessoas, em conjunto, rezavam com fé para um Deus que colocavam acima de tudo. Sua fé, sua vida. Deus, o todo-poderoso, o salvador! Oravam para Jesus Cristo de Nazaré, o filho de Deus que deu a vida na cruz por nós, meros pecadores. Mas o Senhor é justo, o livro sagrado era a única verdade neste mundo sujo dominado por pessoas do mal.
Era o que pregavam lá. Uma parte do sermão do pastor ou do padre. Todos os fiéis sentido o amor do Senhor, cantando músicas lindas. Pediam, agradeciam, rezavam! Esses eram os Soldados de Deus, levando amor, paz e sabedoria para todas as pessoas ao seu redor.
Um fiel se chamava Antônio. Antônio era a pessoa de maior bondade no mundo, renunciando a todos os prazeres para seu bem-estar com Jesus. A paixão de Cristo não foi em vão, Antônio honraria as palavras da bíblia, ajudaria os pobres e famintos levando a palavra do Senhor.
Antônio era um bom rapaz em seus quinze anos de idade, sempre negando as tentações. Um jovem que se orgulhava de dedicar sua vida à religião. Tirava notas boas, só não em biologia, não agüentava ouvir as blafêmias do professor para com Deus. Livros mentirosos escritos pelo demônio. Também tinha filosofia, odiava Nietzsche mais do que a Darwin. Não, depois de um tempo não odiava mais. Percebia que aquilo era um teste, deveria ter pena deles que agora queimavam no fogo do inferno.
Usou remédio para uma castração química, assim não sentiria mais a tentação da luxúria oferecida por Satanás. Foi o melhor dia da sua vida quando se descobriu impotente, sua mãe o apoiou.
Jamais conheceu o pai, portanto, como exemplo paterno, utilizou os ensinamentos de Jesus, escritos na bíblia sagrada. Sua mãe era uma boa mulher, que abandonou uma vida de pecados após ter um filho. Entregou-se a uma vida digna de uma boa cristã.
Esta é a vida de Antônio, uma pessoa que se dedica a Deus acima de tudo. Uma pessoa de bom coração que acredita em seu lugar no céu, afinal, se considerava o melhor servo de seu amado Jesus. Levava uma vida sem pecados.
Sua fé, a caverna. Seu Deus, as sombras.
Aprisionado na hipocrisia de viver por algo que não é real, um simples mito. O mito um homem invisível que fica nas nuvens observando tudo o que fazemos.
O mundo só estará a salvo quando finalmente se libertar de dogmas por medo de ir pro inferno, quando as pessoas aceitarem que não há nada além da morte, só sete palmos de terra. É ridícula a idéia de quem faz coisas boas vai para o céu, quem não as faz, vai para o inferno. Esta é a ilusão de quem é fraco para não aceitar o fim da linha.
Também há uma coisa ainda pior, talvez. As pessoas tem fé e rezam. Se não conseguem aquilo que rezam, foi porque Deus achou melhor assim. Então para que diabos rezar? Ter fé em seres fantásticos é não ter fé em si mesmo, não acreditar no própiopotêncial de conseguir as coisas.
Certa vez, o humorista, dramaturgo e desenhista Millor Fernandes disse:
Era o que pregavam lá. Uma parte do sermão do pastor ou do padre. Todos os fiéis sentido o amor do Senhor, cantando músicas lindas. Pediam, agradeciam, rezavam! Esses eram os Soldados de Deus, levando amor, paz e sabedoria para todas as pessoas ao seu redor.
Um fiel se chamava Antônio. Antônio era a pessoa de maior bondade no mundo, renunciando a todos os prazeres para seu bem-estar com Jesus. A paixão de Cristo não foi em vão, Antônio honraria as palavras da bíblia, ajudaria os pobres e famintos levando a palavra do Senhor.
Antônio era um bom rapaz em seus quinze anos de idade, sempre negando as tentações. Um jovem que se orgulhava de dedicar sua vida à religião. Tirava notas boas, só não em biologia, não agüentava ouvir as blafêmias do professor para com Deus. Livros mentirosos escritos pelo demônio. Também tinha filosofia, odiava Nietzsche mais do que a Darwin. Não, depois de um tempo não odiava mais. Percebia que aquilo era um teste, deveria ter pena deles que agora queimavam no fogo do inferno.
Usou remédio para uma castração química, assim não sentiria mais a tentação da luxúria oferecida por Satanás. Foi o melhor dia da sua vida quando se descobriu impotente, sua mãe o apoiou.
Jamais conheceu o pai, portanto, como exemplo paterno, utilizou os ensinamentos de Jesus, escritos na bíblia sagrada. Sua mãe era uma boa mulher, que abandonou uma vida de pecados após ter um filho. Entregou-se a uma vida digna de uma boa cristã.
Esta é a vida de Antônio, uma pessoa que se dedica a Deus acima de tudo. Uma pessoa de bom coração que acredita em seu lugar no céu, afinal, se considerava o melhor servo de seu amado Jesus. Levava uma vida sem pecados.
Sua fé, a caverna. Seu Deus, as sombras.
Aprisionado na hipocrisia de viver por algo que não é real, um simples mito. O mito um homem invisível que fica nas nuvens observando tudo o que fazemos.
O mundo só estará a salvo quando finalmente se libertar de dogmas por medo de ir pro inferno, quando as pessoas aceitarem que não há nada além da morte, só sete palmos de terra. É ridícula a idéia de quem faz coisas boas vai para o céu, quem não as faz, vai para o inferno. Esta é a ilusão de quem é fraco para não aceitar o fim da linha.
Também há uma coisa ainda pior, talvez. As pessoas tem fé e rezam. Se não conseguem aquilo que rezam, foi porque Deus achou melhor assim. Então para que diabos rezar? Ter fé em seres fantásticos é não ter fé em si mesmo, não acreditar no própiopotêncial de conseguir as coisas.
Certa vez, o humorista, dramaturgo e desenhista Millor Fernandes disse:
"Quando o primeiro espertalhão encontrou o primeiro imbecil, nasceu o primeiro deus"
domingo, 1 de março de 2009
E na quarta-feira de cinzas...
Certo, estamos no domingo, mas e daí? Só estou podendo postar no blog agora, então foda-se e finja que é quarta, beleza, amigão? Não? Então vá à puta que te pariu.
Enfim, foi um bom carnaval, sem ressaca e com todas as pregas no lugar! Sério, meu primeiro "verdadeiro carnaval", que eu realmente aproveitei o que tinha que aproveitar, bebi o que tinha e o que não tinha que beber.
Sem ressaca, e de arrependimento trago o de não ter aproveitado ainda mais!
Som alto, deve ter tocado umas doze músicas no carnaval todo, e olhe lá! Pelo menos clássicos estão voltando! Tipo bonde do tigrão e tal... mas não vem ao caso agora.
O bom de tudo é que foi tranqüilo, apesar de algumas brigas na praça foi de boa. O foda mesmo é que tem uns viadões que se acham a última prega do cu e querem arranjar brig com qualquer um. Poupe-,e; E o pior que esse povo não save nem brigar. Na minha época briga de verdade era dando soco em ponta de faga, oras!
Mas puta merda, é domingo e tá com uma cara de terça-feira que vou te falar. A gente passa não sei quanto tempo esperando o carnaval, ele chega, a gente pensa que tá começando e quando vê já acabou. A semana da gente fica toda desestruturada e o diabo a quatro.
Cara, depois posto outra merda qualquer, acordei com o ovo virado e até agora não desvirou. Vá pra casa do caralho enfiar peido em cordão que é o melhor que tu faz.
Enfim, foi um bom carnaval, sem ressaca e com todas as pregas no lugar! Sério, meu primeiro "verdadeiro carnaval", que eu realmente aproveitei o que tinha que aproveitar, bebi o que tinha e o que não tinha que beber.
Sem ressaca, e de arrependimento trago o de não ter aproveitado ainda mais!
Som alto, deve ter tocado umas doze músicas no carnaval todo, e olhe lá! Pelo menos clássicos estão voltando! Tipo bonde do tigrão e tal... mas não vem ao caso agora.
O bom de tudo é que foi tranqüilo, apesar de algumas brigas na praça foi de boa. O foda mesmo é que tem uns viadões que se acham a última prega do cu e querem arranjar brig com qualquer um. Poupe-,e; E o pior que esse povo não save nem brigar. Na minha época briga de verdade era dando soco em ponta de faga, oras!
Mas puta merda, é domingo e tá com uma cara de terça-feira que vou te falar. A gente passa não sei quanto tempo esperando o carnaval, ele chega, a gente pensa que tá começando e quando vê já acabou. A semana da gente fica toda desestruturada e o diabo a quatro.
Cara, depois posto outra merda qualquer, acordei com o ovo virado e até agora não desvirou. Vá pra casa do caralho enfiar peido em cordão que é o melhor que tu faz.
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
O verdadeiro poder.

Muitas vezes olhamos para um político e dizemos: "esse cara é poderoso". Mas, na verdade, nesses tempos de hoje, qual seria o poder?
O verdadeiro poder se resume em convencer as outras pessoas de que o que você fala é o certo. Um bom exemplo disso é o de Hitler. A Alemanha estava fodida, a economia praticamente na mão dos judeus. Então o bigodinho disse que a raça ariana era superior e o resto da história todos nós já conhecemos. O que importa foi que ele convenceu várias pessoas de que estava certo e não forçou.
Vou usar um exemplo que meu professor de filosofia disse: fulano quer que ciclano faça algo, mas fulano não quer, então ciclano mete a porrada no fulano que faz o que ciclano queria, mas na hora que puder o fulano vai trair o ciclano. Mas agora se ciclano convencer o fulano a fazer aquilo fulano faz com orgulho. Meio confuso, porém, uma boa forma de explicar. Eu acho.
O poder do argumento é maior que a força bruta. Conquistar é mais eficaz que forçar. O carisma e a coveniência ajuda bastante nisso.
No Brasil o maior poder não está nas mãos do governo, mas sim nas mãos da imprensa. Para ser mais exato nas mãos da Rede Globo. Roberto Marinho, enquanto vivo, praticamente mandava no Brasil. Só lembrar das eleições em que a globo transmitiu somente uma parte do debate para presidência, favorecendo apenas um candidato. O resultado? Fernando Collor no poder.
O povo só tem opinião sobre aquilo que conhece, e só conhece aquilo que lhe é transmitido. Hoje há alienação como novelas e programas como Big Brother Brasil, onde deixam pessoas trancadas numa casa para se divertir e, no fim, um dos paricipantes ganhar uma boa quantia de dinheiro. Você liga, vota, participa de comunidades no orkut e a porra toda, E para quê? O cara em que você votou vai dividir o dinheiro contigo? Se quer ver "o show da vida" comece a perceber seu cotidiano.
Na ditadura militar houve a censura. O nível das escolas públicas caiu. Tudo isso para quê? Para deixar o povo burro. A diferença é que naquele tempo as pessoas tinham a cabeça no lugar. Hoje não. Nem se dão conta de como são manipuladas. A novela das oito transmitida na TV Globo é o programa que mais rende audiência no Brasil, ou seja, o que manipula mais. E as pessoas nem se dão conta disso. Ficam felizes até. Tenho pena dessas pessoas.
Muitas pessoas não gostam e até consideram uma alienação. Sou leigo e não tenho o direito de falar sobre isso, jamais vivi, mas li um pouco e venho com a cara de pau para falar sobre o funk carioca. É uma linguagem do povo para o povo, só entende quem vive. É a realidade retratada pela música e julgada por quem não entende nada. Dizem que o funk faz apologia a drogas e violência. Mas é apenas o cotidiano de pessoas que são obrigadas a conviver com isso porque o governo está falho e não pensa em investir na educação para abolir a marginalidade.
Vamos supor que uma garota foi estuprada. Agora devemos ouvir a versão do estuprador, certo? Afinal, ele é inocente até que se pro o contrário.
"Eu tava andando quando ela começou a olhar para mim. Começou a me provocar, falando de jeito sensual e tudo o mais. Dava tudo a entender que queria ficar comigo. Tentei resistir, mas que homem realmente conseguiria? Então ela diz que não quer e dá as costas. FIquei desesperado, louco, insano. Não sabia o que estava fazendo. Quando dei por mim eu já estava por cima dela. Tentei me controlar mas não consegui! Se ela não tivesse me provocado na disso teria em acontecido. Ela insinuou que queria algo comigo e eu acabei faltando ao trabalho e fazendo algo horrível. Que Deus me perdoe e que cuide dela."
Algo realmente comovente, não? Agora imagine num jornal, se você jamais souber da versão da garota estuprada, você simpatizaria com o estuprador?
Há um filme que se chama O Quarto Poder, com Dustin Hoffman e John Travolta. No filme um porteiro burro foi demitido de um museu em que um repórter sensacionalista estava com a equipe de transmissão. O porteiro saca uma arma e um circo é armado. Ele queria o emprego de volta e, mesmo sme querer, acaba fazendo um grupo de crianças como refém. Então o repórter, vendo à frente a oportunidade da sua vida, começa a criar todo um circo. Faz com que o porteiro demitido seja um herói, mas logo essa imagem começa a despencar. Mostra bem como a opinião pública pode ser manipulada e também como é frágil. Existem vários filmes desse tipo, um deles seria Um Dia de Cão.
Nas últimas eleições de 2006 para a presidência da república o povo se mostrou capaz de enchergar além da tela de uma televisão. Foi clara que a Globo não queria a reeleição do Lula. Durante as eleições todo o sensacionalismo global estava direcionado a tudo de ruim que aconteceu no mandato do presidente. E ainda teve a cara de pau de colocar a minisérie JK no ar, onde retratava a vida de Juscelino Kubitschek como um político perfeitoe honesto, tudo isso fazendo campanha indiretamente para o tucano Geraldo Alckmin.
Naquela épocaE se a Globo tem o poder de manipular as pessoas imagine a religião. Séculos atrás não havia televisão, mas havia a "palavra de 'Deus'", que embriagava e embriaga até hoje mentes sem o ceticismo, porém com o temor, de indagar a existência de seres da terra do faz-de-conta. um padre era alguém com ligação direta ao tal "Deus". Hoje nós podemos ver gente dando tudo o que tem para a igreja porque o pastor diz que o Senhor quer assim. O meu ovo esquerdo, esses merdas só querem enganar pessoas sem educação.
Quantas vidas não seriam salvas se fossem realizadas as pesquisas com células-tronco? Milhares! Mas não, a religião não permite, taí para atrapalhar a vida de várias pessoas. Um menino com câncer e os pais não tratam porque é a vontade de Deus e os médicos são demônios. Poupe-me.
O dinheiro. Talvez esse seja um dos maiores poderes que se pode existir. Comprar amigos influentes, se tornar influente. Hoje o preconceito é puramente financeiro. Se o cara é homofóbico vai tratar igual o cara que é gay e é dono de uma empresa multinacional e um outro cara gay que é zelador do prédio? Creio que não. Com dinheiro pode-se comprar a opinião. Subornar um diretor de televisão e conseguir se eleger através da mídia é possível. Por mais que a imprensa influencie e forme a opinião das pessoas, o dinheiro as compra. Um cara sem muito dinheiro vê que político X tem boas propostas, parece honesto e tudo o mais, resolve votar nele, mas se vem político Y e solta o dinheiro, querendo comprar o voto, em quem que o cara vai votar?
Educação é algo que se vê o resultado a longo prazo. Não dá voto. E mesmo se desse, a população ficaria mais esperta, o nível de intelectualidade aumentaria, as pessoas saberiam em quem votar. Fariam boas faucldades e conseguiriam bons empregos. Não precisariam vender os votos. E o político que quer mamar no governo fica na merda. Educação melhora e diminui a marginalidade. Acabaria com as promessas de políticos como dar empregos, iminuir a fome, etc. No fim, seria péssimo para a chamada politicagem. E o pior é que no Japão, após a guerra, tava fodido. Ajeitou a educação e em menos de 50 anos já estava entre as grandes potências mundiais.
"Os fins justificam os meios", já dizia Maquiavel. E se o seu objetivo é chegar ao poder não importa o que você faça, só importa quando já estiver lá em cima. Não é assim que tem que ser?
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Porque a Terra gira...
...e nenhum pôr do Sol é igual ao outro.
Cada momento não tem volta, jamais se repetirá, o tempo passa, as pessoas mudam. Amores, tristezas: tudo lembranças no curto e árduo caminho da vida. O passado passou, o futuro ainda virá, viva o presente. "Viver o futuro é morrer mais cedo", me disse uma amiga certa vez. E, quer saber, é a mais pura verdade, quando toda a nossa tragetória de sonhos não realizados terá apenas um caminho certo: o fim.
Não vale a pena ter uma vida de arrependimentos. Merdas acontecem freqüentemente em nossas vidas, e, muitas vezes, nós quem fazemos. Quem não queria voltar no tempo para falar àquela garota o quanto gosta dela? Ou de ter tido coragem de roubar-lhe um beijo? Muitas pessoas pensam "Por que não?", enquanto outras pensam "Porque não..."; umas fazem merdas por não pensar, e outras pensam merdas e não fazem nada.
Cada momento não tem volta, jamais se repetirá, o tempo passa, as pessoas mudam. Amores, tristezas: tudo lembranças no curto e árduo caminho da vida. O passado passou, o futuro ainda virá, viva o presente. "Viver o futuro é morrer mais cedo", me disse uma amiga certa vez. E, quer saber, é a mais pura verdade, quando toda a nossa tragetória de sonhos não realizados terá apenas um caminho certo: o fim.
Não vale a pena ter uma vida de arrependimentos. Merdas acontecem freqüentemente em nossas vidas, e, muitas vezes, nós quem fazemos. Quem não queria voltar no tempo para falar àquela garota o quanto gosta dela? Ou de ter tido coragem de roubar-lhe um beijo? Muitas pessoas pensam "Por que não?", enquanto outras pensam "Porque não..."; umas fazem merdas por não pensar, e outras pensam merdas e não fazem nada.
Viver a vida pode significar muitas coisas além de pleonasmo.
Viver a vida é uma arte, não um erro gramatical.
Viver a vida é uma arte, não um erro gramatical.
P.S: Texto antigo, de minha autoria, retirado da minha comunidade no Orkut. Ah, e a foto eu que tirei da janela do meu quarto.
domingo, 25 de janeiro de 2009
Último dia de férias.
Nessas férias acho que eu realmente me diverti pra caralho. Do meio do ano para cá festejei o que tinha para festejar, bebi o que tinha para beber.
Não me arrependo de muitas coisas, só de não ter comemorado mais a vida. Ah, claro, e de beber muito uísque barato, pior que cachaça, coisa que pretendo nunca mais fazer.
Não levarei muita ressaca moral das férias para o começo desse ano letivo. Ah, claro, talvez seja bom (para você) relembrar que fui reprovado. Bem, é algo que, por motivos pessoais, seja até bom. Tenho lá umas paradas pendentes a resolver. E, oras, eu gosto de fazer as coisas bem feito! Por isso farei duas vezes!
Falando sério, agora. Depois de muito tempo, eu posso dizer: "hoje eu sou feliz". Serei uma nova pessoa, um novo Pedro. Tentarei agir de diferente modo do que eu agi no último ano letivo, ser mais eu, deixar de lado essa timidez que me prende atrás de um computador. Se você é do tipo que fica o dia "teclando", eu te aconselho a viver a vida! Afinal, como eu disse em um texto certa vez, "viver a vida é uma arte e não pleonasmo".
A qualquer momento eu posso morrer, assim como você sofre desse mesmo risco qualquer um que está entre nós também sofre. Qual o problema de tentar ser feliz se divertindo? Bebendo, transando, dançando? Viva como uma pessoa comum, não como uma pessoa hipócrita que tenta passar uma falsa cara de santa para se manter nas regras de uma sociedade corrupta onde cada um só é avaliado pelo que tem.
É dia uma revolução que precisamos, tirar o poder dos gordos traseiros que mandam e desmandam, roubas e corropem a sociedade brasileira! Somos filhos deste solo, és mãe gentil! Vamos tomar todo este dinheiro roubado e sujo e queimar! Vamos destruir as casas destes bandidos de gravata, fazê-los sofrer tudo o que eles nos fizeram sofrer! Por tudo o que nós tivemos que engulir, que eles paguem em dobro!
Certo, acho que agora fui radical demais. Melhor não considerar o parágrafo acima com taaaanta seriedade. Enfim, bom ano letivo para quem também começa segunda a vida normal e tediosa. Amanhã posto como foi o primeiro dia de aula de um repetente!
Não me arrependo de muitas coisas, só de não ter comemorado mais a vida. Ah, claro, e de beber muito uísque barato, pior que cachaça, coisa que pretendo nunca mais fazer.
Não levarei muita ressaca moral das férias para o começo desse ano letivo. Ah, claro, talvez seja bom (para você) relembrar que fui reprovado. Bem, é algo que, por motivos pessoais, seja até bom. Tenho lá umas paradas pendentes a resolver. E, oras, eu gosto de fazer as coisas bem feito! Por isso farei duas vezes!
Falando sério, agora. Depois de muito tempo, eu posso dizer: "hoje eu sou feliz". Serei uma nova pessoa, um novo Pedro. Tentarei agir de diferente modo do que eu agi no último ano letivo, ser mais eu, deixar de lado essa timidez que me prende atrás de um computador. Se você é do tipo que fica o dia "teclando", eu te aconselho a viver a vida! Afinal, como eu disse em um texto certa vez, "viver a vida é uma arte e não pleonasmo".
A qualquer momento eu posso morrer, assim como você sofre desse mesmo risco qualquer um que está entre nós também sofre. Qual o problema de tentar ser feliz se divertindo? Bebendo, transando, dançando? Viva como uma pessoa comum, não como uma pessoa hipócrita que tenta passar uma falsa cara de santa para se manter nas regras de uma sociedade corrupta onde cada um só é avaliado pelo que tem.
É dia uma revolução que precisamos, tirar o poder dos gordos traseiros que mandam e desmandam, roubas e corropem a sociedade brasileira! Somos filhos deste solo, és mãe gentil! Vamos tomar todo este dinheiro roubado e sujo e queimar! Vamos destruir as casas destes bandidos de gravata, fazê-los sofrer tudo o que eles nos fizeram sofrer! Por tudo o que nós tivemos que engulir, que eles paguem em dobro!
Certo, acho que agora fui radical demais. Melhor não considerar o parágrafo acima com taaaanta seriedade. Enfim, bom ano letivo para quem também começa segunda a vida normal e tediosa. Amanhã posto como foi o primeiro dia de aula de um repetente!
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Resquícios de sábado à noite.
Banho de mar, carangueijo na praia, choverada, balde d'água de gelo na cabeça, copo de cerveja. Tudo programa de domingo à tarde, mais para uma hora ou meio-dia. Tudo fluindo de vento em poupa para matar a ressaca dos litros de uísque barato nas veias do dia anterior. Cada um tem seu jeito de fazer aquela sede que vem junto daquela dorzinha de cabeça e embrulhado no estômago passar.
Porém, nem sempre podemos contar com isso.
É duro lembrar das merdas de sábado à noite. Numa hora você tá meio alto, fazendo isso, aquilo, então você apaga, perde o controle do seu corpo. Acontece nas melhores famílias.
Não se pode curar a ressaca moral, um dos piores sentimentos do domingo à tarde. Não é para qualquer um, não, meu véi. Você acha que tá tudo bem quando se dá conta que não se lembra o que fez na porra do sábado à noite, só lembra de ter bodado e visto aquela pessoa que provavelmente contará que te viu bebendo para a sua mão.
E se vem neguinho te falar que você ficou com uma mina gatinha e você não sabe se é ou não verdade?
Ou se você fica lembrando daquela garota, gritando seu nome e mandando pessoas ligarem para ela sendo que ninguém conhece?
Resquícios de sábado à noite...
Porém, nem sempre podemos contar com isso.
É duro lembrar das merdas de sábado à noite. Numa hora você tá meio alto, fazendo isso, aquilo, então você apaga, perde o controle do seu corpo. Acontece nas melhores famílias.
Não se pode curar a ressaca moral, um dos piores sentimentos do domingo à tarde. Não é para qualquer um, não, meu véi. Você acha que tá tudo bem quando se dá conta que não se lembra o que fez na porra do sábado à noite, só lembra de ter bodado e visto aquela pessoa que provavelmente contará que te viu bebendo para a sua mão.
E se vem neguinho te falar que você ficou com uma mina gatinha e você não sabe se é ou não verdade?
Ou se você fica lembrando daquela garota, gritando seu nome e mandando pessoas ligarem para ela sendo que ninguém conhece?
Resquícios de sábado à noite...
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
E essa geração iPod...
Nos anos '70, tivemos a Geração Hippie, os melhores rocks e as melhores ervas, e uma das melhores fases da MPB. Nos anos '80, a era Hollywood Pós-Vietnã, livros sacanas com muita putaria, seja Sidney Sheldon ou Harold Robbins, e algumas boas músicas aqui no Brail. A Geração Coca-Cola veio nos anos '90, algumas boas músicas, alguns bons filmes e alguns bons livros. Hoje, nos anos 2000, temos essa maravilhosa Geração iPod!
Pois é. Nada de Chico, na de Cazuza, nada de Cássia. Hoje temos algumas coisas nada agradáveis como My Chemical Romance, NX Zero e o CRÉÉÉÉÉÉU. Filmes como High School Musical, Hannah Montana. Livros como Crepúsculo. Claro, coisas ruins estão aí até hoje e estiveram presentes em todas as épocas. Mas aí já é demais...
Essa moda, agora, de "EMOs" está dando o que falar. Aqui em Fortaleza, pelo menos, dezenas de pessoas se encontram na Praça Portugal, localizada em bairro nobre da cidade. Nada contra, eu até respeito, mas longe de mim, pelamordedeus. Peco, pois até que tem umas garotas bem bonitinhas nessa nova tribo, mas aí já são outros quinhentos.
Forró. Bem, eu até que gosto em festas, ótimo ritmo para dançar, e tem versões legais de músicas conhecidas. Mas tem gente fanática, da medo, véi! Não sou de escutar muito em casa, no meu dia-a-dia, mas amo multidões, admito.
Bem, não é a questão musical que mais me preocupa nessa atual Geração iPod. O que me preocupa é algo bem pior, a visão que muitas pessoas têm do mundo. Dá certa raiva ver uma patricinha reclamando que não tem o celular mais moderno, sendo que do outro lado do vidro do carro a uma criança desnutrida pedindo um trocado. Ou um pai de família que vê os filhos chorarem à noite porque não comeram nada o dia todo.
As pessoas olham demais para o próprio bolso, para os próprios problemas, e muitas vezes não percebem a sorte de ter pais amorosos e um prato na mesa todo dia.
Já vi gente fazer piada com as mortes na África, sendo que tudo o que lhe importava naquele momento era terminar um jogo de video-game. Ainda descubro porque esse tipo de pessoa acha que a própria vida é mais importante, ou tme maior valor, que a de outras pessoas. Talvez seja mais fácil ignorar os problemas do que resolvê-los.
Um gordo BigMac com carne de plástico e uma geladíssima Coca-Cola, enquanto inocentes morrem no Iraque.
Pois é. Nada de Chico, na de Cazuza, nada de Cássia. Hoje temos algumas coisas nada agradáveis como My Chemical Romance, NX Zero e o CRÉÉÉÉÉÉU. Filmes como High School Musical, Hannah Montana. Livros como Crepúsculo. Claro, coisas ruins estão aí até hoje e estiveram presentes em todas as épocas. Mas aí já é demais...
Essa moda, agora, de "EMOs" está dando o que falar. Aqui em Fortaleza, pelo menos, dezenas de pessoas se encontram na Praça Portugal, localizada em bairro nobre da cidade. Nada contra, eu até respeito, mas longe de mim, pelamordedeus. Peco, pois até que tem umas garotas bem bonitinhas nessa nova tribo, mas aí já são outros quinhentos.
Forró. Bem, eu até que gosto em festas, ótimo ritmo para dançar, e tem versões legais de músicas conhecidas. Mas tem gente fanática, da medo, véi! Não sou de escutar muito em casa, no meu dia-a-dia, mas amo multidões, admito.
Bem, não é a questão musical que mais me preocupa nessa atual Geração iPod. O que me preocupa é algo bem pior, a visão que muitas pessoas têm do mundo. Dá certa raiva ver uma patricinha reclamando que não tem o celular mais moderno, sendo que do outro lado do vidro do carro a uma criança desnutrida pedindo um trocado. Ou um pai de família que vê os filhos chorarem à noite porque não comeram nada o dia todo.
As pessoas olham demais para o próprio bolso, para os próprios problemas, e muitas vezes não percebem a sorte de ter pais amorosos e um prato na mesa todo dia.
Já vi gente fazer piada com as mortes na África, sendo que tudo o que lhe importava naquele momento era terminar um jogo de video-game. Ainda descubro porque esse tipo de pessoa acha que a própria vida é mais importante, ou tme maior valor, que a de outras pessoas. Talvez seja mais fácil ignorar os problemas do que resolvê-los.
Um gordo BigMac com carne de plástico e uma geladíssima Coca-Cola, enquanto inocentes morrem no Iraque.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Liberdade.
Acabei de ser reprovado. Vou repetir o ano letivo. Na verdade, não estou ligando para isso. Para mim, o que realmente pode ser chato, é o fato da minha mãe me privar de certas coisas. Faz tempo que não ligo para o que ela fala. E tenho lá meus motivos para isso, que é melhor nem comentar. O que ela pode fazer contra mim? Me dar uma surra? Bem, pro cavalão de 16 anos que sou aqui, é meio difícil que consiga mudar algo. O que ela acha que vou fazr, se apanhar, chorar? Tanto faz. Ela pode impedir que eu saia com meus amigo. Isso pode ser chato, mas agüento numa boa. Estou em Prisão Domiciliar, filha.
Ela pode e vai me sentir chateado e só. Eu até gosto de ficar só, de não sair de casa, mas quando tenho opção. E não terei esse luxo. É chato? É, e muito. Mas ela jamais conseguirá mudar minha ideologia, jamais pensarei o que ela quer que eu pense. A maior raiva dela, talvez, seja que ela é super crente em Deus, e eu já não gosto da idéia de um homem invisível no céu vigiando tudo o que faço.
Um lápis e um caderno, minhas idéias num papel é a minha liberdade, ainda mais se eu puder escutar as mpusicas que gosto. Só. A verdadeira sensação de liberdade é ficar pelado na frente de um ventilador e de olhos fechados.
Acredito que independência pode não significar a verdadeira liberdade, e sim fazer o que quer quando quiser. Tá, isso pode ser chamaod de liberdade, mas termina quando começa a liberdade do vizinho. A sociedade é o que pode realmente nos prender. Ela nos obriga a fazer isso, aquilo, a termos vidas hipócritas e tediosas. "Nascer, reproduzir e morrer". Desde criança nos dizem o que pensar. A pessoa só será realmente livre quando souber realmente o que quer pensar. Quando formar sua ideologia.
Uma revolução é do que precisamos, contra os hipócritas e corruptos. Por maior que seja a dor, ou mesmo por algo coveniente, devemos falar algo. Mas devemos tomar cuidado, nossos pensamentos são aprisionados pela sociedade. Falamos e agimos do jeito que eles querem. E para eles, pouco importa o que pensamos. Mentir e acreditar na própria mentira, ensinando o mesmo para seus filhos.
Sem mais.
Ela pode e vai me sentir chateado e só. Eu até gosto de ficar só, de não sair de casa, mas quando tenho opção. E não terei esse luxo. É chato? É, e muito. Mas ela jamais conseguirá mudar minha ideologia, jamais pensarei o que ela quer que eu pense. A maior raiva dela, talvez, seja que ela é super crente em Deus, e eu já não gosto da idéia de um homem invisível no céu vigiando tudo o que faço.
Um lápis e um caderno, minhas idéias num papel é a minha liberdade, ainda mais se eu puder escutar as mpusicas que gosto. Só. A verdadeira sensação de liberdade é ficar pelado na frente de um ventilador e de olhos fechados.
Acredito que independência pode não significar a verdadeira liberdade, e sim fazer o que quer quando quiser. Tá, isso pode ser chamaod de liberdade, mas termina quando começa a liberdade do vizinho. A sociedade é o que pode realmente nos prender. Ela nos obriga a fazer isso, aquilo, a termos vidas hipócritas e tediosas. "Nascer, reproduzir e morrer". Desde criança nos dizem o que pensar. A pessoa só será realmente livre quando souber realmente o que quer pensar. Quando formar sua ideologia.
Uma revolução é do que precisamos, contra os hipócritas e corruptos. Por maior que seja a dor, ou mesmo por algo coveniente, devemos falar algo. Mas devemos tomar cuidado, nossos pensamentos são aprisionados pela sociedade. Falamos e agimos do jeito que eles querem. E para eles, pouco importa o que pensamos. Mentir e acreditar na própria mentira, ensinando o mesmo para seus filhos.
Sem mais.
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